Tranquilamente
Seguindo naquele trânsito
Vi o sinal amarelo
Avancei naturalmente
Quando maldosamente
Um polícia me ordenou
Agressivamente
Que parasse nesse instante.
E o meu carro parou!
Com tom bem altivo
Como se um criminoso
Eu fosse
E naquela confusão
Com tamanha antipatia
Falava e os documentos pedia.
Passou no vermelho...
Repetidamente insistia
Quando foi mentira
Passei no amarelo
Nada de perigo havia.
Mas a multa, o seu objetivo
O que eles pretendiam.
Pago, não guerreio
Mas polícias a falar verdade...
Não, não Creio!

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