A aragem do vento,
No meu ouvido sussurrava,
A noite parecia dia,
E, eu, pela rua observava.
As folhagens das árvores,
Namoravam de mansinho,
O vento que lhes tocava,
Com enorme carinho.
Desejei ser eu árvore,
E ter-te a ti como vento,
Chamei, mas não te vi.
Estava só, naquele momento.
Soltei um papel amarelo,
Com palavras de saudade,
Pedi ao vento que te entregasse,
Quando fosse dia, de verdade.
IMY...

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